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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Avião cai em rua do Canadá


Todas as nove pessoas que estavam a bordo ficaram feridas e uma pessoa que passava pela rua também foi atingida por destroços.

Cinco delas foram levadas para o Hospital Geral de Vancouver em estado grave.

O avião, uma aeronave de pequeno, caiu pouco depois de decolar do aeroporto de Vancouver.

A aeronave, que pode levar até nove pessoas, teria tentado voltar para o aeroporto.

Ex-funcionário não presta depoimento e atrasa fim da investigação sobre explosão no centro do Rio

Leandro Campos, ex-funcionário do restaurante Filé Carioca, que explodiu no último dia 13 de outubro, não compareceu para prestar nesta sexta (28). Uma vez que ele é tido como peça-chave para a investigação, o inquérito da explosão, que seria encerrado hoje, continua, e a Polícia Civil já estuda solicitar um mandado de condução.
De acordo com Antônio Bonfim, delegado da 5ª DP (Lapa), o ex-funcionário está "se esquivando" da polícia, possivelmente por orientação de um advogado. Ele deveria ter se apresentado na última sexta (21), mas cancelou na última hora. Depois marcou outras três vezes, sendo a última na terça-feira (25), porém não compareceu novamente. A versão dessa testemunha pode apontar se o estabelecimento armazenava botijões de gás de forma irregular.

"Ele chegou a me prometer que prestaria depoimento, mas deve ter sido orientado a se esquivar", disse. Segundo Bonfim, o depoimento do ex-funcionário "é de extrema importância para avaliar o grau de responsabilidade dos proprietários do restaurante". O delegado ainda tenta ouvir a testemunha nesta sexta-feira (28), mas há poucas chances de que o rapaz compareça à 5ª DP.

Leandro Campos foi demitido no último dia de trabalho antes do acidente por motivos ainda não especificados. O delegado desconfia que a testemunha tenha presenciado algum tipo de irregularidade durante o tempo em que trabalhou no Filé Carioca. "O Leandro sabia dos cilindros e parece que não foi a primeira vez que os funcionários sentiram cheiro de gás. Ele pode comprovar tudo aquilo que já sabemos. As famílias das vítimas estão esperando por essa resposta", afirmou.

Na semana passada, Bonfim declarou que os parentes dos quatro mortos e dos 17 feridos na tragédia não ficarão "sem resposta". Segundo ele, a conclusão do inquérito "não vai agradar muita gente". "Vamos achar o culpado, independentemente de quem quer que seja. Não é admitido que um ser humano saia para trabalhar e não volte por causa das irresponsabilidades de uma série de pessoas que se escondem atrás de seus cargos", afirmou.

O restaurante explodiu no último dia 13 devido a um vazamento de gás. O dono do local, Carlos Rogério do Amaral, culpou uma empresa terceirizada pela falta de manutenção dos botijões e cilindros de gás e disse que nunca recebeu qualquer vistoria dos órgãos responsáveis.

O Filé Carioca funcionava havia três anos com alvará provisório emitido pela prefeitura. Segundo o Corpo de Bombeiros, o estabelecimento não tinha autorização para o armazenamento de qualquer tipo de gás.

Síndico acusa empresa

O síndico do edifício Riqueza, Jorge Nogueira, prestou depoimento na última segunda-feira (24). A testemunha disse ao delegado Antônio Bonfim que a empresa Rochafire Tecnologia e Sistemas Contra Incêndio, credenciada pelo Corpo de Bombeiros, fora contratada no ano passado para desenvolver um plano de segurança para o prédio, porém não concluiu os trabalhos.

De acordo com Bonfim, as novas informações passadas pelo síndico podem ampliar o número de potenciais responsáveis pelo acidente. "A polícia está avaliando o grau de culpabilidade de cada um dos investigados. Todas essas informações apontarão o comprometimento de cada um e a contribuição para a explosão no Filé Carioca", afirmou o delegado.

Segundo Bonfim, o síndico do edifício Riqueza entrou com uma ação judicial contra a Rochafire, porém não revelou o motivo pelo qual a empresa não entregou o plano de segurança. "O síndico fechou um contrato de R$ 350 mil com a firma que deveria ter elaborado um plano de segurança a partir do laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros", explicou.

Antes de fechar contrato com a Rochafire, Jorge Nogueira negociou com uma outra empresa, cujo nome não foi divulgado, que se responsabilizou pelo processo de emissão do laudo de exigência do Corpo de Bombeiros (laudo nº 1470/707, liberado em 2010). O edifício Riqueza pagou R$ 15 mil pelo serviço.

No entanto, às 15 horas do dia 13 de outubro, data da explosão, um oficial do Corpo de Bombeiros entregou uma notificação ao síndico informando que ele deveria ter solicitado um novo laudo.

"O que o síndico questiona é a razão pela qual o Corpo de Bombeiros não entregou essa notificação antes, apenas no dia do acidente. Nós vamos correr atrás de todos esses pontos que ainda estão nebulosos", disse Bonfim. O delegado também deixou claro que o fato de o síndico ter contratado os serviços de uma empresa de segurança não anula uma potencial culpabilidade.

"Quando ele contratou a firma, sabia da existência das lojas no interior do edifício, incluindo o restaurante. Um restaurante não pode cozinhar com fogão à lenha. Ninguém fica eximido de responsabilidade", disse.

Rio lança programa de aluguel de bicicletas na cidade


A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou nesta sexta-feira (28) o novo programa de aluguel de bicicletas na cidade. O sistema foi desenvolvido com a empresa concessionária Serttel, em parceira com o banco Itaú, e vai instalar 60 estações de aluguel de bicicleta em 14 bairros da zona sul até 13 de dezembro.

Nesta sexta-feira serão entregues 11 estações em Copacabana: Posto Seis, Sá Ferreira, Miguel Lemos, Cantagalo, Santa Clara, Dias da Rocha, Serzedelo Correia, Siqueira Campos, Copacabana Palace, Cardeal Arcoverde e Princesa Isabel.

Para utilizar o sistema basta o usuário se cadastrar no site (www.movesamba.com.br) e adquirir o passe Samba, optando pelo pacote mensal, ou diário.

As estações serão alimentadas por energia solar. No total, 600 bicicletas serão distribuídas. Travas e pinos de fixação reforçam o sistema de segurança, para dificultar o furto das bicicletas.

Justiça de Pernambuco autoriza bloqueio de contas e bens de empresa importadora de lixo hospitalar

O juiz substituto da 2ª Vara do Trabalho de Caruaru, Eduardo Câmara, autorizou, de forma liminar, o bloqueio dos bens e das contas dos proprietários das empresas Império do Forro do Bolsa Ltda ME e NA Intimidade Ltda. A decisão desta sexta-feira (28) atende a uma ação cautelar ajuizada pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) de Pernambuco na última segunda-feira, visando garantir o pagamento dos salários dos 34 funcionários das duas empresas, acusadas de importar lixo e restos hospitalares dos EUA.

A ação cautelar faz parte da investigação trabalhista que constatou que os funcionários atuavam em “condições insalubres” nas unidades das empresas em Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru e não usavam equipamentos de proteção individual. Um dos trabalhadores era um adolescente de 17 anos, o que é proibido para este tipo de atividade.

A Justiça aceitou o bloqueio num total de R$ 126.252,68, referentes aos valores já devidos aos empregados e do montante que ainda será pago no período em que as duas empresas estarão fechadas, por conta de uma interdição de 90 dias da Vigilância Sanitária. Segundo o MPT, os cálculos elaborados pelo Ministério do Trabalho e Emprego mostram um débito aos trabalhadores de R$ 13.738,86, da empresa Império do Forro de Bolso Ltda ME, e de R$ 112.513,82 da NA Intimidade Ltda.

A Justiça garantiu o bloqueio dos bens dos donos da NA Intimidade Ltda, Maria Neide Vieira de Moura, Axel Vieira de Moura, e da Império do Forro de Bolso Ltda ME, Altair Teixeira de Moura e Átila Vieira de Moura. Segundo a procuradora do Trabalho Ana Carolina Ribemboim, as investigações apontaram que Altair figura como sócio administrador das duas empresas, que vendiam retalhos e forros de bolso com tecidos comprados de uma empresa de reciclagem de material de hospitais dos EUA.

Na ação cautelar, o MPT havia pedido um bloqueio maior das contas e bens, de R$ 2,1 milhões. O dinheiro serviria para garantir uma possível indenização aos trabalhadores por dano moral coletivo. Porém, segundo a decisão da Justiça desta sexta, o dano moral coletivo ainda precisa ser averiguado com calma durante o curso do processo. A Justiça ainda vai intimar as duas partes no processo para que prestem esclarecimento sobre o caso. Ainda não há data para depoimentos.

Para o MPT, o bloqueio das contas se faz necessário já que as empresas estão com as atividades paralisadas por, “fato que compromete e põe em risco a sobrevivência de 34 trabalhadores e suas famílias.” "Não bastasse o temor de estarem contaminados, encontram-se sem perspectivas de receberem os salários e as verbas rescisórias devidas, fator relevante que nos motiva a entrar com a ação. A situação das empresas é de total incerteza e indefinição", disse a procuradora, na ação.

A procuradora afirmou ainda que os trabalhadores estão sofrendo “todo tipo de discriminação social”, por conta da possibilidade de portarem alguma doença infecto-contagiosa em contato com o lixo hospitalar. Além disso, há ainda o risco de algum deles ter sido contaminado em contato com o material dos EUA.

As empresas ainda podem recorrer da decisão. Tentamos contato com Altair Moura, mas o seu telefone celular estava desligado. A reportagem conseguiu localizar o advogado do empresário, Gilberto Lima, mas ele informou que estava em viagem, desligando a ligação na sequência.

Justiça Federal dá prazo de 72 horas para Inep explicar vazamento de questões do Enem


A Justiça Federal no Ceará deu prazo de 72 horas ao Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) para que se manifeste sobre o pedido do Ministério Público Federal no Estado de anulação total ou parcial das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) aplicadas no último fim de semana.

O MPF-CE propôs nesta quinta-feira (27) uma ação civil pública pedindo que o Enem fosse cancelado ou que as questões que vazaram na fase de pré-teste do exame por meio de apostila distribuída pelo Colégio Christus, de Fortaleza, fossem anuladas. O juiz federal Luiz Praxedes Viera da Silva só se manifestará após o prazo estipulado, que termina na manhã de segunda-feira (31).

O MEC e o Inep informaram que já estão preparando a defesa e entregarão as informações no prazo determinado pela Justiça.

O pedido de anulação foi feito após a notícia de que estudantes do colégio cearense receberam uma apostila, semanas antes da prova do Enem, com 14 questões idênticas às do exame nacional. Os itens fizeram parte de um pré-teste do Enem, do qual alunos do Christus participaram em outubro de 2010.

De acordo com o procurador, como os alunos tiveram acesso antecipado às questões, o exame deveria ser anulado porque houve violação do princípio da isonomia.

O pré-teste é feito pelo Inep para avaliar se as questões em análise são válidas e qual é o grau de dificuldade de cada uma. Os cadernos de questões do pré-teste deveriam ter sido devolvidos após a aplicação e incinerados pelo Inep.

A Polícia Federal investiga se houve fraude na aplicação do pré-teste. O Ministério da Educação decidiu cancelar as provas do Enem dos alunos do Christus. Eles terão uma nova chance de fazer o exame no fim de novembro.

Justiça Federal dá prazo de 72 horas para Inep explicar vazamento de questões do Enem

A Justiça Federal no Ceará deu prazo de 72 horas ao Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) para que se manifeste sobre o pedido do Ministério Público Federal no Estado de anulação total ou parcial das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) aplicadas no último fim de semana.

O MPF-CE propôs nesta quinta-feira (27) uma ação civil pública pedindo que o Enem fosse cancelado ou que as questões que vazaram na fase de pré-teste do exame por meio de apostila distribuída pelo Colégio Christus, de Fortaleza, fossem anuladas. O juiz federal Luiz Praxedes Viera da Silva só se manifestará após o prazo estipulado, que termina na manhã de segunda-feira (31).

O MEC e o Inep informaram que já estão preparando a defesa e entregarão as informações no prazo determinado pela Justiça.

O pedido de anulação foi feito após a notícia de que estudantes do colégio cearense receberam uma apostila, semanas antes da prova do Enem, com 14 questões idênticas às do exame nacional. Os itens fizeram parte de um pré-teste do Enem, do qual alunos do Christus participaram em outubro de 2010.

De acordo com o procurador, como os alunos tiveram acesso antecipado às questões, o exame deveria ser anulado porque houve violação do princípio da isonomia.

O pré-teste é feito pelo Inep para avaliar se as questões em análise são válidas e qual é o grau de dificuldade de cada uma. Os cadernos de questões do pré-teste deveriam ter sido devolvidos após a aplicação e incinerados pelo Inep.

A Polícia Federal investiga se houve fraude na aplicação do pré-teste. O Ministério da Educação decidiu cancelar as provas do Enem dos alunos do Christus. Eles terão uma nova chance de fazer o exame no fim de novembro.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

TV mostra imagens de supostos preparativos do funeral de Kadafi

emissora Alaan, dos Emirados Árabes, exibiu nesta quinta-feira imagens do que pareciam ser os preparativos do funeral do ex-líder líbio Muamar Kadafi, de seu filho Mutassim e do seu ministro da Defesa, Abu-Baker Yunis, na localidade líbia de Misrata. Os três foram mortos há uma semanadurante a queda da cidade natal do ex-ditador, Sirte, e enterrados na terça-feira.

Um vídeo publicado no site do canal mostra três caixões de madeira sem tampa, nos quais apareciam os três corpos envolvidos em mortalhas e com os rostos descobertos antes de serem supostamente enterrados há dois dias.

Assista ao vídeo sem áudio veiculado no YouTube do suposto funeral:

Os féretros aparecem no chão, observados por cerca de 20 homens, alguns vestidos com turbante e túnica e outros com uniforme militar, diante de um edifício com as luzes acesas. Segundo a emissora, entre os presentes há membros do Conselho Local de Misrata, um primo e um motorista de Kadafi, dois filhos de Yunis e três seguidores do ex-líder líbio.

O apresentador do canal Alaan acrescentou que os três corpos foram enterrados em um local desconhecido no meio do deserto, em uma cerimônia só assistida pelo primo e o motorista de Kadafi.

Fuga do filho e chefe de inteligência

As imagens do suposto funeral surgiram no mesmo dia em que um conselheiro presidencial do Níger disse que o chefe de inteligência de Kadafi, Abdullah al-Senusi, chegou durante a madrugada à região de Kidal, no Mali, depois de cruzar o deserto do Níger. Além disso, afirmou que Saif al-Islam, filho considerado herdeiro político de Kadafi, está a caminho.

O conselheiro falou sob condição de anonimato da cidade de Agadez, onde anciões tuaregues mantiveram encontros durante a noite para discutir como lidar com a questão. Senusi e Saif são os dois membros remanescentes do regime de Kadafi que são procurados pelo Tribunal Penal Internacional.

De acordo com o conselheiro, Senusi foi escoltado através das dunas por tuaregues do Mali, e está em um acampamento no deserto no norte do país. Espera-se que o filho de Kadafi siga a mesma rota. Os tuaregues participaram das forças de segurança de Kadafi.

"Senusi está no norte de Mali, uma região quase impossível de controlar, onde conta com a proteção dos tuaregues que combateram os rebeldes líbios ao lado das brigadas kadafistas", explicaram fontes militares em Niamey, capital do Níger.

Saif é o único membro da família de Kadafi cujo paradeiro ainda é desconhecido. A mulher do líder deposto, assim como três de seus filhos - Aisha, Muhammad e Hannibal - fugiram para a Argélia em agosto. Saadi, outro filho de Kadafi, abrigou-se em setembro no Níger. A Interpol emitiu ummandado de prisão contra ele a pedido do CNT.

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